Gazeta Digital
Em Assembleia geral realizada durante a tarde desta segunda-feira (26), os servidores do Judiário de Mato Grosso vindos de diversas cidades que estão em greve há 84 dias, decidiram por não aceitarem as propostas feitas pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Silvério Gomes, e pelo governador Silval Barbosa (PMDB), em reunião na última quinta-feira (22) e vão manter a greve por tempo indeterminado mesmo sob ameça de terem o ponto cortado e os salários suspensos. Eles recusaram a proposta de receberem cartas de crédito, do governo estadual, como pagamento das diferenças salariais quando houve a troca de moeda - URV pelo Real.
A alegação para a recusa foi de que em outras situações o Governo já ofereceu a mesma proposta em situações parecidas como por exemplo aos trabalhadores da educacão e não cumpriu o acordo.
Como uma contra-proposta os servidores que têm como representante o sindicalista Rosenwal Rodrigues vão sugerir ao Tribunal de Justiça que este apresente um cronograma de pagamentos mensal, auxílio alimentação no valor de R$ 400 e que seja cumprida em Mato Grosso a resolução 48 do Conselho Nacional de Justiça CNJ.
Fonte: Gazeta Digital
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